Realizar um trabalho voluntário é levar para o meu dia a dia o prazer e a responsabilidade de agir por um bem maior.
Foi com esse espírito de generosidade e doação voluntária, independente de instituições religiosas e governamentais, que o meu trabalho, é um contributo terapêutico na área da saúde complementar.
Este trabalho de voluntariado, é dedicado e prestado essencialmente a: Crianças com diferenças (síndrome de Down, Autismo, híperatividade, entre outras situações); Idosos com dificuldades físicas e emocionais; Pessoas com Esclerose Múltipla.
Atualmente faço voluntariado terapêutico na Casa do Kastelo – Associação NoMeiodoNada, no âmbito de Cuidados Continuados e Paliativos para crianças dos zero aos dezoito anos.
No meu trabalho voluntário nas instituições, ou directamente com os beneficiados, o meu objectivo sempre foi ajudar os pacientes, para que tenham uma melhor qualidade de vida.
No entanto, posso dizer que ao longo dos anos, nesta missão, aprendi muito e continuo aprender com cada caso que me é apresentado.
Para que possam entender o que a Terapia sacro craniana pode fazer no caso uma criança Autista, deixo aqui um diálogo tido há 8 anos, com uma menina, ao fim de seis Terapias:
A menina está na marquesa para darmos inicio a mais uma sessão terapêutica e faz-me uma pergunta:
“- Jorge sabes qual é o cúmulo da boa educação? – Não! – Respondo eu -É bater à porta do frigorífico antes de abrir”.
Não resisti à piada e os dois demos uma grande gargalhada.
https://www.upledgerinstitute.pt/artigos/MGS241120141044-autismo.pdf
